A ABIEF reuniu associados, parceiros e os principais players do setor de embalagens plásticas flexíveis…
Com um pé atrás
Instabilidade faz setor avaliar investimentos com mais cautela
Termômetro extraoficial da contração do poder de compra, o mercado de embalagens plásticas flexíveis andou de lado na primeira metade do ano. A produção do setor atingiu 1.148 milhão de toneladas ou -0,4% sobre o saldo de janeiro a junho de 2024 e, no mesmo comparativo, o consumo aparente (produção + importação – exportação) declinou 0,3%, totalizando 1.137 milhões de toneladas na primeira metade do ano. Embora os recuos sejam percentualmente discretos, eles traduzem o peso de um governo que gasta (e mal) mais do que arrecada e assim insiste em jogar gasolina na fogueira do insustentável déficit das contas públicas, disso resultando mazelas vindas com o populismo em cena desde 2022, como juros impraticáveis, crédito arisco, inflação indomada, câmbio volátil e insolvência a rodo – quadro piorado pelo tarifaço. Os efeitos dessa barafunda sobre um setor nevrálgico para polipropileno (PP) e polietileno (PE), as resinas mais consumidas, norteiam os números do desempenho no primeiro semestre compilados em relatório pela consultoria MaxiQuim para a Associação Brasileira da Indústria de Embalagens Plásticas Flexíveis (Abief). Na entrevista a seguir, o presidente da entidade, Eduardo Berkovitz, também diretor de relações institucionais e compliance da Valgroup, transformadora nº1 do país em flexíveis, decifra os indicadores do estudo, apalpa com cautela as perspectivas para o ano turvadas pelas incertezas e vislumbra a tendência de continuidade do fluxo de indústrias de filmes mais abonadas para fincar filiais na Zona Franca, atrás de alívio fiscal e benefícios alfandegários, estes aliás agora mais atraentes diante da decretada sobretaxa antidumping para PE dos EUA e Canadá.
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